Líderes do Senado tentarão convencer o presidente Rodrigo Pacheco a dissuadir o governo a esperar a aprovação da PEC Emergencial para editar medida provisória retomando o auxílio emergencial. Pacheco resiste, porém.
O presidente do Senado concorda com a equipe econômica do governo sobre aprovar primeiro a emenda à constituição. O problema, relatam líderes, é a resistência dos senadores ao fim dos pisos de investimento na educação e na saúde e do repasse de 28% do Fundo de Amparo ao Trabalhador para o BNDES.
Ou se aprova sem os itens ou Pacheco vai ter dificuldade de votar novamente, afirmam. A PEC Emergencial seria votada na semana passada e foi adiada para amanhã (terça) justamente por não haver maioria para a sua aprovação.

