Ao longo do final de semana, o ministro da Economia, Paulo Guedes, trabalhou para ter apoio político para a sua permanência no cargo.

Em suas conversas com seu colega Ciro Nogueira, da Casa Civil, e com o presidente da Câmara, Arthur Lira, Guedes defendeu a sua permanência à frente da economia.

Segundo o ministro, sua permanência no ministério é fundamental para a viabilidade do Auxílio Brasil no valor de 400 reais, como deseja a política do governo de Jair Bolsonaro.

Mais do que isso: ele disse que sua experiência e seu nome ajuda o governo recuperar credibilidade com o mercado.

Ele também afirmou que, com ele, é garantido o pagamento dos 16 bilhões de reais em emendas do relator, as RP9, previstos no orçamento. O risco, disse, é outro ministro entrar e travar a engrenagem.

O Bastidor informou que os líderes do PP trabalhavam pela saída de Guedes da Economia. Por ora, a pressão diminui.