Tanto no Rio de Janeiro, na semana passada, como em Salvador, no início do mês, Lula usou colete à prova de balas em aparições públicas. A medida foi tomada para reduzir riscos de um eventual ataque e determinada pelo general da reserva Gonçalves Dias, com quem o petista trabalhou em seus dois mandatos.

O ex-presidente e seus aliados demonstram preocupação crescente com o risco de um atentado, como vem informando o Bastidor, desde novembro do ano passado (aqui, aqui e aqui). Lula sabe que não pode se afastar das ruas, portanto, vai adotar medidas de segurança.

GDias, como é conhecido o general, é o responsável pela segurança de Lula como ex-presidente. Foi ele quem escolheu os agentes da Polícia Federal que reforçarão o time a partir de 21 de julho, quando Lula será oficialmente lançado candidato a presidente.

Ao todo, serão cerca de 50 pessoas no grupo que acompanhará o ex-presidente. Eventualmente, o número poderá aumentar.