O presidente Jair Bolsonaro anda preocupado com manifestações que ocorrem em outros países motivadas por aumentos do preço de combustíveis e inflação. Nos últimos dias, ele determinou ao chefe da Abin, Victor Carneiro, e ao General Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, que monitorem focos de insatisfação, principalmente nas redes sociais.
Na segunda-feira, 20, 70 mil pessoas foram às ruas na Bélgica protestar contra a carestia. Este ano já houve manifestações no Peru, Equador, Canadá, na Nova Zelândia, Venezuela e até no Cazaquistão, onde o governo caiu.
Bolsonaro quer estar preparado para eventuais protestos contra o seu governo. “Manifestação, só a favor”, disse o presidente. Bolsonaro teme que o mau humor com a alta dos preços se espalhe e prejudique (ainda mais) sua campanha à reeleição.

