As recentes atitudes de Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, reavivam as memórias de alguns petistas. Ainda na transição, no fim de 2022, parte deles preferia Mercadante longe do governo. Sugeriram que ele atuasse como adjunto do chanceler Mauro Vieira, viajando pelo mundo para discutir temas de interesse do Brasil. Não deu.

Apesar de ser um dos nomes mais antigos do PT e com uma carreira política de destaque, Mercadante é visto como alguém que cria conflitos, com o recente desconforto que provocou ao organizar um seminário internacional que vai discutir o arcabouço fiscal que será apresentado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Antes disso, Mercadante já criou um problema involuntariamente, pois sua situação política esbarrava em um artigo da Lei das Estatais e impedia sua nomeação.