Além de anunciar o ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore como seu conselheiro econômico, Sergio Moro tem feito movimentações para demonstrar que sua candidatura é efetiva, ao contrário do que tem dito o presidente Jair Bolsonaro.

Ele e a deputada Renata Abreu, presidente do Podemos, estiveram no início da semana no Instituto do Coração, em São Paulo, para conversar com a direção do hospital e ouvir sugestões para o seu programa de governo.

O ex-juiz também tem ouvido a presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, para a área de educação. Mas ainda não é nada oficial. Ela é próxima do governador de São Paulo, João Doria, e do Novo, que já a procurou para elaborar seu próprio programa para educação.

Moro avalia outros nomes para divulgar como conselheiros.

Renata Abreu é quem está responsável por construir, além de alianças de políticas, uma rede de conselheiros técnicos que ajudem o ex-ministro da Justiça na formulação de um programa de governo competitivo.

A deputada nega peremptoriamente que a candidatura de Moro não seja para valer. “Não teríamos o trabalho de elaborar um projeto se não fosse para valer”, diz sempre que perguntam a ela.