Em encontro na sexta com Karina Fidelix e Rodrigo Tavares, dirigentes do PRTB, o vice-presidente, Hamilton Mourão, assegurou que ficará no partido. Afastou a possibilidade de se candidatar por outra legenda.
O general ainda avalia se concorrerá ao Senado, como deseja. Ele e seus aliados cogitam uma candidatura pelo Rio de Janeiro ou pelo Rio Grande do Sul.
O PRTB vive um tumulto interno desde a morte de Levy Fidelix, até então dono inconteste do partido e autoproclamado pai do aerotrem. A sigla é presidida por Aldinéa Fidelix, viúva de Levy. Karina, que esteve com Mourão, é advogada do general e lidera, por ora, as tratativas do partido.
Ainda é incerto se Eduardo Bolsonaro migrará para o PRTB, embora exista uma articulação para isso. A vantagem do PRTB é evidente: não tem o selo PL, que polui o discurso anticentrão do bolsonarismo. A desvantagem é igualmente óbvia: o PRTB é nanico. Não oferece tempo de TV, dinheiro e palanques estruturados, a exemplo de partidos como o PL.

