Não é fortuito que o Senado esteja votando hoje uma série de nomes para diretorias de agências reguladoras e para os conselhos da Justiça e do Ministério Público.

A estratégia dos líderes partidários é diluir o risco de escrutínio e, consequentemente, de recusa dos indicados. Quanto mais currículos na praça, menor a chance de “implicância” da imprensa com algum deles, como diz um senador.

Esses líderes agiram do mesmo modo recentemente – e com sucesso.