Lula está certo de que poderá contribuir para o fim da guerra da Ucrânia. No encontro que terá com o presidente chinês, Xi Jinping, no fim de março, o presidente brasileiro insistirá em manter o aliado distante de uma adesão à Rússia no conflito. Até agora, a China se mantém neutra, mas contrária às sanções aplicadas aos russos.
Lula fala em formar um “Clube da Paz”, um grupo de países que estariam dispostos a negociar o fim do conflito.
O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Mikhail Galuzin, disse que seu país vê de maneira positiva esta iniciativa de paz do Brasil. Embora tenha sido dita por um representante de segundo escalão, a declaração reforçou o desejo de Lula de ter protagonismo internacional.
Ninguém quer a guerra e Ucrânia e Rússia sabem que não haverá vitória nos termos que sustentam hoje. Isso não quer dizer que Lula tem poder para conseguir adesão ao tal grupo, que só existe nas intenções.

