Um tema que incomoda Lula, mas sobre o qual não há muito o que fazer, é a pressão para assumir o compromisso de dar paridade entre homens e mulheres em seu ministério.
Ele tem sido cobrado por aliados mais à esquerda, por movimentos sociais de dentro do PT, e por Simone Tebet, da centro-direita, que incluiu o pedido no acordo que selou o seu apoio no segundo turno.
O petista acha que é difícil prometer, porque num eventual governo precisaria que os partidos aliados indicassem mulheres para o comando das pastas.
Dentro do PT, a resistência de Lula é vista como uma leitura equivocada sobre o novo Brasil. Há auxiliar do petista que acha o ex-presidente poderia assumir um compromisso sem dificuldade.

