Lula avisou na reunião deste domingo com Rui Costa, futuro ministro da Casa Civil, e outros aliados: quem ficou sem mandato ou perdeu a eleição este ano ocupará, no máximo, o segundo escalão, como o comando de autarquias e secretarias.
O presidente eleito, porém, abrirá algumas exceções. Duas estão praticamente certas: a vaga de Simone Tebet, cujo mandato no Senado se encerra em fevereiro do ano que vem, e Márcio França, derrotado na disputa para senador.
Os dois vão receber tratamento especial por causa da relevância que tiveram nos arranjos políticos que resultaram na eleição de Lula.
É um dos critérios do presidente eleito para não atender a todos os pedidos dos partidos aliados. A maioria dos partidos da aliança com o PT quer ocupar dois ministérios —e falta espaço para todos.

