Dos quatro deputados do PP entre os quais sairá o relator do novo marco fiscal, como adiantou o Bastidor na última semana, um agrada mais o governo: o deputado Claudio Cajado, da Bahia.
Cajado foi aliado do PT local, e, apesar dos desentendimentos no período pré-eleitoral entre o partido e o ministro da Casa Civil, Rui Costa (então governador do estado), Cajado manteve-se aberto a interlocutores petistas.
Outra vantagem, na avaliação do governo é que Cajado é o presidente em exercício do PP —o senador Ciro Nogueira permanece licenciado. Acredita-se que, escolhido relator, o deputado terá ascendência sobre toda a bancada.
Mas há quem, de fora do PP, ainda tenta relatar o mais importante projeto do governo neste momento. Um dos candidatos é o deputado Silvio Costa Filho, do Republicanos de Pernambuco. Costa Filho é próximo do governo e seguraria grandes alterações no projeto.
O União Brasil também não desistiu ainda do deputado Mendonça Filho (PE) para a empreitada. Segundo lideranças do partido, havia um acordo prévio com Arthur Lira. O nome do deputado, porém, enfrenta resistência do governo.

