A situação de Márcio França não é das melhores na negociação com o PT sobre a disputa do governo de SP. O pessebista, que se reúne hoje com Lula, tem sido uma “lombada” nas conversas da geringonça LulAlckmin e irritado petistas ao insistir em disputar o Palácio dos Bandeirantes.
França já teve seu destino definido: aceitar disputar o Senado ou ficar sem nada.
“Falta um amigo ao França. A aliança com Geraldo Alckmin está precificada. O PT não está brincando. São Paulo é um não assunto. Quem quer tudo nada tem. Ele ficou refém do próprio discurso. É até complicado para recuar”, disse uma fonte que participa diretamente das negociações entre PT e PSB.
A pesquisa XP/Ipesp divulgada na sexta colocou em xeque o argumento de França – de que teria melhor desempenho no segundo turno contra Tarcísio de Freitas e Rodrigo Garcia. Haddad e o ex-governador empataram dentro da margem de erro. Mas o petista tem a seu favor a vontade de Lula em controlar São Paulo; França nem sequer tem o PSB inteiro ao seu lado.

