Depois de tratorar a Anvisa, o centrão planeja fazer o mesmo com Paulo Guedes e a equipe econômica.

Líderes de todas as estirpes farão de tudo por um auxílio emergencial mais robusto (acima de R$ 200) e que dure mais tempo (ao menos até o fim do primeiro semestre).

Eles também seguirão queimando Guedes perante o Planalto para conseguir emplacar diretorias no BB e na Caixa e cargos nas empresas subsidiárias dos bancos.