Uma coisa une os discursos econômicos do governo de Jair Bolsonaro e o projeto econômico de um eventual governo de Lula: a taxação de lucros e dividendos.
Tanto o ministro da Economia, Paulo Guedes, como o economista Guilherme Mello, um dos porta-vozes da equipe econômica da campanha do PT, usam a proposta como uma forma de financiar a manutenção dos 600 reais do Auxílio Brasil a partir de 2023.
Este é outro ponto de união entre Bolsonaro e Lula: pela lei, o programa vai até dezembro, mas todos sabem que se tornará permanente.

