O lobby dos jogos está preocupado. O presidente Jair Bolsonaro havia combinado com seus aliados defensores da aprovação dos jogos de azar no Brasil que, passadas as eleições, iria engajar o governo na aprovação da proposta no Senado. A Câmara já a aprovou.
À época, Bolsonaro disse que não poderia empenhar o governo antes das eleições, porque precisava do voto evangélico e que a medida seria usada contra ele por seus adversários.
Passada a eleição, com o presidente derrotado, há o temor de que Jair Bolsonaro não cumpra a palavra, já que o dinheiro que entrar com a concessão para grupos internacionais e de impostos, adiante, ficará com Lula.
Há aliados do presidente que estiveram ao seu lado durante todo o seu mandato, como o empresário Meyer Nigri, entusiasta e que trabalhou ativamente para a liberação dos jogos, contando com a palavra de Bolsonaro.

