No ofício em que o Ministério da Saúde formalizou aos russos a intenção de compra a vacina Sputnik, ao qual o Bastidor teve acesso, a pasta, sem querer, criou um empecilho à estratégia da União Química de tratorar a Anvisa e vender o imunizante mesmo sem análise da agência.

O documento, com data de 20 de janeiro, embora tenha sido assinado no 25, o número dois da Saúde, Elcio Franco, condiciona o possível contrato ao início dos estudos de fase três da vacina no Brasil. É essa a exigência que a União Química e o governo russo tentam anular.