O entorno do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, não levou a sério a declaração dele sobre deixar a vida política em 2026. Aliados alegam que houve má interpretação do que foi dito.

Pacheco, como mostrou o Bastidor, pensa em ser candidato ao governo de Minas Gerais, numa aliança que envolva o PT e o presidente Lula. Só mudará de ideia se, daqui até a eleição, fique clara a inviabilidade de vitória dele, abrindo espaço para o aliado Alexandre Silveira, hoje ministro de Minas e Energia.

Não está descartada, conforme adiantou o Bastidor em abril, a possibilidade de Pacheco assumir um ministério após deixar o comando do Senado.

Se optar por encerrar a carreira política, Pacheco tentará retomar a jurídica, segundo interlocutores. O senador sonhou com uma vaga no Supremo Tribunal Federal quando Lula indicou seu advogado Cristiano Zanin e, depois, Flávio Dino. Mas disse a pessoas próximas que o TCU (Tribunal de Contas da União) era uma alternativa.

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