O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, avisou o ministro da Economia, Paulo Guedes, que é alto o risco de senadores e deputados rejeitarem a criação de um tributo sobre movimentações financeiras como foi a CPMF até dezembro de 2007.

O presidente da Câmara, Arthur Lira, já se manifestou favorável à nova CPMF, mas com alíquota menor que 0,38% daquele tributo. Apesar desse apoio ao que pretende Guedes, Lira ouviu de líderes partidários que vão rejeitar essa parte em uma proposta de reforma tributária.

Lira tentará um acordo nesta semana com líderes da Câmara e do Senado para avançar a reforma tributária. O presidente da Câmara extinguiu a comissão mista que tratava desse assunto porque discordou do relatório do deputado Aguinaldo Ribeiro. A comissão estava prestes a votar a reforma em pacote único e não fatiada como recomendou Guedes.