O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, admitiu a parlamentares que precisa avaliar o que vai fazer até abril, quando se encerram as possibilidades de se desincompatibilizar do cargo e de se filiar a partido político.
Guimarães disse saber que, depois de sua atuação pró-governo e pró-Bolsonaro à frente do banco público, ficará difícil voltar ao mercado financeiro.
Em tom de galhofa, disse que os banqueiros não engoliram sua pressão para que a Caixa Econômica e o Banco do Brasil deixassem a Febraban. Afirmou ter “contido os comunistas da Faria Lima”. Guimarães se referia ao manifesto pró-democracia assinado pelas instituições bancárias.
Muita gente da política viu em sua viagem de férias com Bolsonaro uma tentativa de se firmar como possibilidade de vice na disputa presidencial.

