O Facebook e o Twitter afirmaram à rede norte-americana NBC que removeram contas direcionadas à disseminação de desinformação sobre a guerra na Ucrânia. Segundo as empresas, os perfis eram administrados por duas operações secretas, uma ligada ao governo da Rússia e a outra ao de Belarus.

No Facebook, uma das operações excluiu uma campanha que usava um site que espalhava notícias contra a Ucrânia. O outro atuava usando contas hackeadas para disseminar os conteúdos considerados falsos pela plataforma.

As empresas afirmaram que os conteúdos eram produzidos principalmente nas regiões de Donbass e Crimeia.

O chefe de segurança da Meta, empresa dona do Facebook, informou que os grupos pretendiam plantar informações sobre supostas falhas da defesa ucraniana, fazendo-se passar por perfis de jornalistas profissionais.