A campanha de reeleição de Jair Bolsonaro já tem pronto o documento com as diretrizes gerais do programa de governo de um eventual segundo mandato. Por determinação do presidente, não haverá nada detalhado. Bolsonaro quer evitar cobranças.

Um exemplo do que significa “linhas gerais”: no programa de governo estará o pensamento liberal de Paulo Guedes e a previsão de privatização de estatais.

Mas Bolsonaro determinou que não se citasse quais empresas pretende privatizar num eventual segundo mandato. “Se não der certo, não deu”, disse ao vice, Braga Netto, responsável por organizar o documento.

A equipe discute agora a melhor estratégia para a sua divulgação, mas o prazo para apresentar o documento à Justiça Eleitoral é 15 de agosto, quando se tornará público.

Contribuíram para o documento, além de Paulo Guedes e o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, ex-ministros como Tereza Cristina e Tarcísio de Freitas.