Apesar de tentar instalar a CPI da Braskem contra a vontade do governo, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) conta com o Palácio do Planalto para ajudá-lo a viabilizar a candidatura à presidência do Senado na saída de Rodrigo Pacheco, em 2025.
Calheiros terá contra a sua candidatura o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que desde o primeiro dia de sua saída do comando da casa, trabalha pela sua recondução. Alcolumbre derrotou Renan na disputa pelo comando da casa em 2019.
O governo não quer dividir a base na disputa pela presidência do Senado. A depender de como chegará até lá, Renan corre o risco de ficar pelo caminho. Há o temor de que, nesta divisão, vença um oposicionista.

