Apesar de o governo não contar com aprovação da reforma tributária ainda no primeiro semestre, como informou o Bastidor, a ordem é aprová-la ainda este ano, enquanto acredita que terá força política para passar as mudanças.
Lula pediu à sua articulação e à equipe econômica, incluindo Fazenda e Desenvolvimento, que trabalhem para que a tramitação seja de três meses na Câmara e, no máximo, outros três meses no Senado.
Em 2024, diz uma fonte do governo, além do desgaste natural do governo, haverá eleições municipais, em que o Congresso normalmente se envolve diretamente, e a produtividade dos parlamentares diminui.
O coordenador do grupo de trabalho da reforma, deputado Reginaldo Lopes (PT), promete entregar o texto no tempo que deseja o governo. Ao mesmo tempo, articula com o presidente da Câmara, Arthur Lira, uma forma de ter maioria para a votação.

