As divergências entre os presidentes da Câmara e do Senado podem impedir qualquer forma tributária antes de 2023.

Nas recentes conversas com empresários, o senador Rodrigo Pacheco tratou a proposta de reforma do imposto de renda como um “remendo” e, a aliados, diz que não tem intenção de colocar o projeto para andar no Senado.

Arthur Lira já tentou votar a reforma no imposto de renda três vezes, mas sempre acaba adiando na última hora por falta de acordo.

Para Pacheco, a reforma tributária ideal é a mais ampla, a que unifica impostos, que está sob a relatoria do senador Roberto Rocha. É a que deve ser aprovada pelo Senado.

A proposta, contudo, tem resistência de Lira. O presidente da Câmara, a pedido do governo, tem dito que não colocará o texto do Senado para votar.