A base aliada do governo na CPI da Pandemia já tem desenhado o que virá em seu relatório alternativo, como informou sobre a intençãoBastidor em maio.

O objetivo do texto é desqualificar qualquer imputação contra o presidente Jair Bolsonaro que possa estar no relatório de Renan Calheiros.

Entre outras coisas, informará o documento que o governo não comprou vacinas suspeitas de superfaturamento e cobrança de propina.

“Nenhum centavo de real pago pelo governo”, dirá o relatório que está sob a responsabilidade do senador Marcos Rogério, um dos mais aguerridos defensores do governo.

Outro argumento será de que todos os envolvidos nos casos suspeitos foram demitidos sem que causasse danos ao erário público.

O documento vai dizer, ainda, que vacinas foram compradas e que a maioria absoluta da população recebeu ao menos uma dose das vacinas.