União Europeia e EUA podem temer e tentar evitar que a invasão da Ucrânia possa vir a se tornar a 3ª Guerra Mundial. Mas o mundo já está envolvido no conflito. Não são só os armamentos usados pelos ucranianos que vêm de vários países (principalmente europeus e da América do Norte), há 20 mil soldados de diferentes nascedouros.
Dentre esses voluntários, alguns vêm de aliados dos russos, como Chechênia e Bielorrússia. Há também registros de brasileiros, indianos, portugueses, britânicos e norte-americanos. Nos últimos dias, isso tem sido enaltecido pelo governo ucraniano, como um meio de dar mais força ao discurso de que o fascismo da Rússia é o vilão desta guerra.
Mas não é só do lado ucraniano que há uma união multinacional, mesmo que informal. Informações de serviços de inteligência ocidentais divulgadas ao longo do fim de semana detalham que as tropas russas receberão apoio de soldados sírios (com experiência em combate urbano) e chechenos – há suspeitas sobre a participação do exército bielorrusso no conflito, mas nada foi confirmado.

