Apesar do desejo de diminuir o ritmo das viagens, Lula avalia um convite do presidente francês, Emmanuel Macron, que será anfitrião de uma conferência sobre clima entre os dias 20 e 23.
O governo brasileiro ainda não respondeu, mas os auxiliares do presidente na diplomacia defendem que ele vá, por se tratar de um tema em que o Brasil quer voltar a ser uma voz fundamental.
Macron tem proposto maneiras de financiar a preservação ambiental de países pobres, de modo que o crescimento econômico e social não sirva de desculpa para o desrespeito aos recursos naturais.
É possível que Lula estique a agenda até Roma para se encontrar com o Papa Francisco, com quem conversou na semana passada.
Lula tem sido orientado por médicos a diminuir o ritmo. Ele tem reclamado de dores de artrose no fêmur e deve passar por uma cirurgia. Se for à França, a operação ficará para julho.

