Se confirmado no plenário do Senado o texto aprovado na manhã desta quarta (21) na Comissão de Assuntos Econômicos, o projeto do novo arcabouço fiscal volta para a Câmara.
O relator no Senado, Omar Aziz, alterou três exceções: 1. a complementação da União ao Fundeb; 2. as transferências para o Fundo Constitucional do Distrito Federal; e 3. as despesas com ciência, tecnologia e inovação.
Na Câmara, embora o último ponto, como informou o Bastidor, foi fechado em acordo com Arthur Lira, a criação de exceções ao trabalhado pelos deputados causou reclamação.
Aliados foram dizer ao presidente da Câmara que se sentiram expostos pelos senadores e pelo governo – que, segundo a avaliação de alguns líderes, deveria publicamente reclamar do texto.
Ao voltar para Câmara, que deve analisar novamente antes do recesso parlamentar, em meados de julho, deputados já falam acrescentar outras exceções, afrouxando o novo marco fiscal.

