A pré-campanha do ex-ministro Tarcísio Freitas está sendo feita com muito improviso. Aliados reclamam que o Republicanos não tem dado apoio necessário a seu pré-candidato ao governo de São Paulo, apesar de ele ser competitivo – tem entre 10% a 15% das intenções de voto, a depender da pesquisa.

Não raro, os encontros e as agendas da pré-campanha são marcados pelo próprio Tarcísio, sem qualquer coordenação com os aliados dentro e fora do Republicanos. Tarcísio não tem nem mesmo um assessor: é ele quem tem de resolver coisas pequenas, como tentar alinhar a agenda com os participantes.

Recentemente, Tarcísio participou de evento com filiados do PTB em São Paulo, em que nenhuma nenhuma grande liderança local apareceu. Ninguém se preocupou em convidar sequer o jornalista José Luiz Datena, seu pré-candidato ao Senado, que deveria participar.

A justificativa até agora é que o Republicanos não pode gastar antes de saber exatamente quanto terá disponível do fundo eleitoral para as campanhas. O valor só será divulgado no dia 16.