A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, marcou para o dia 20 de março a cerimônia de filiação ao PP, partido que pretende indicar um quadro para ocupar a vice na chapa de Jair Bolsonaro nas eleições deste ano. Ela resiste.
Com a filiação, ela deixa o União Brasil, que resultou da fusão do PSL e do DEM.
Uma eventual composição de chapa com a ministra da Agricultura anima bolsonaristas porque Tereza Cristina poderia ajudar a diminuir a rejeição do presidente no eleitorado feminino e serviria para amarrar o agronegócio, com quem mantém ótima interlocução.
A ministra, porém, prefere concorrer ao Senado pelo seu estado, o Mato Grosso do Sul.
Sua filiação é fruto da articulação do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, presidente do PP. Ele tenta levar o presidente ao ato de filiação da ministra no Mato Grosso do Sul, dando peso político ao evento.

