O presidente Jair Bolsonaro contratou uma crise no seu PL no Distrito Federal. A todos os grupos evangélicos, ele diz que sua candidata ao Senado em Brasília é a ex-ministra dos Direitos Humanos Damares Alves (Republicanos).

O problema é que o PL, legenda por onde vai concorrer à reeleição, tem candidata ao Senado. Trata-se de Flávia Arruda, que chefiou a Secretaria de Governo de Bolsonaro.

Valdemar Costa Neto garante que o presidente não vai apenas pedir voto para Arruda. Vai, assegura, interferir no partido aliado para que Damares deixe a disputa. Faltou combinar com Bolsonaro.