Diretores da Anvisa estudam recorrer ao Supremo contra a MP do centrão que excluiu a agência dos processos de análise das vacinas, de maneira a permitir a importação da russa Sputnik, vendida pela União Química no Brasil.
O principal ponto que pode ser questionado é a obrigação imposta à Anvisa de aprovar uma vacina sem poder sequer analisá-la. O texto da MP prevê que a agência “concederá” a autorização. Por definição, não permite à Anvisa qualquer conclusão diversa à aprovação.
Os diretores e gerentes se reunião com os advogados da agência para avaliar se a ação no Supremo teria chances de prosperar.
É o típico caso que tem tudo para chegar ao plenário do Supremo.

