Valdemar Costa Neto acreditava que Benedito Gonçalves fosse liberar para votar a ação de inelegibilidade de Jair Bolsonaro na Justiça Eleitoral apenas no segundo semestre. Mas, de acordo com seus interlocutores, nada muda em relação à estratégia do PL.
Com o resultado já esperado, o de que o ex-presidente fique inelegível, a ideia de Costa Neto é que o partido aproveite o discurso de perseguido e injustiçado e viaje pelo país mesmo assim, para formar chapas competitivas e eleger prefeitos.
O Bastidor já informou que o chefão do PL andava arrependido, por considerar que o investimento em Bolsonaro estava alto demais – mansão, salário, advogados, assessores, escritório – para o retorno ainda pequeno, porque o ex-presidente gasta tempo e energia com suas pendências na justiça.
Pragmático, disse a um interlocutor, vai trabalhar com o que tem.

