A pressão do PT contra a relevância de Simone Tebet no governo se tornou motivo de dor de cabeça para Lula, que a quer numa pasta importante por gratidão pelo apoio e seu trabalho na campanha eleitoral no segundo turno.
Tebet, cujo mandato termina em fevereiro de 2023, quer ocupar uma pasta com impacto na vida das pessoas e sugeriu o Ministério de Desenvolvimento Social, sob o qual está a guarda do Bolsa Família.
Durante a campanha, uma das suas plataformas políticas, além da equidade de gênero, o que não ocorrerá neste governo, era a da ampliação da rede de segurança social.
A legenda de Lula a rejeita para pasta porque não quer entregar o Bolsa Família a outro partido que não seja o PT. É a mania do PT de quer dominar todos os espaços relevantes.
Lula chegou a pensar em colocar a senadora como titular da pasta e um petista como secretário, para comandar o programa social, mas ainda enfrenta resistência. O PT quer ter o rosto da política pública e não apenas o controle.
O presidente eleito sabe que está sujeito a um risco políticos e de imagem caso ofereça uma posição que Simone Tebet rejeite. É uma possibildiade, já que a senadora já disse que não topa qualquer coisa.

