A Agência Nacional das Telecomunicações não quer falar sobre como vai ajudar a enfrentar a pandemia das apostas. O Bastidor procurou a agência nesta sexta-feira (27) para saber como seria feito um eventual bloqueio aos aplicativos e aos sites de bets sediadas fora do Brasil, e se uma decisão judicial é necessária para impedir o acesso a esses jogos.
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, relator de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) aberta pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), uma audiência pública para 11 de novembro e convidou entidades do Executivo, do Legislativo e da sociedade civil para o evento.
O silêncio da Anatel contrasta com a o medo que se instalou em Brasília, principalmente no governo Lula e no Supremo Tribunal Federal, sobre o problema que as apostas se tornaram para a população e para a economia.
Recentemente, a Anatel foi instada a cuidar do bloqueio dos acessos de brasileiros ao X (antigo Twitter). Sua atuação pode ser requerida no futuro próximo para bloquear acesso a sites de apostas que não sejam regulamentados e insistam em operar para clientes brasileiros.
Leia o que o Bastidor já publicou sobre a epidemia das apostas no Brasil:
- Bets: AGU só fala no processo
- Bets: OAB não se interessa
- Lula acorda para as bets
- Uma solução para a jogatina
- As bets se antecipam
- As bets no STF
- Haja dinheiro
- O setor da jogatina
- Jogo oficialmente ilegal
- As bets já são mega
- Regras para o vale tudo
- A fiscalização é com as bets
- Fufuca quer vigiar as bets
- Deu Tigrinho
- O lobby do tigrinho
- A derradeira tentativa das bets
- Aposta nas duas pontas
- Por onde o lobby joga

